
TERESINA
Uma boa caminhada por Teresina deve começar pelo centro histórico, com uma visita ao Museu do Piauí, que foi construído no século XIX para ser a residência e depois passou a ser sede do Governo da Província, em 1873, tendo funcionado como sede do Tribunal de Justiça de 1926 a 1975, quando instalou-se o museu. Na saída, aprecie o verde da Praça da Bandeira, onde está o marco de fundação da cidade e o Teatro de Arena, com um monumento em homenagem ao violeiro repentista Domingos Fonseca. Depois da praça está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Amparo, cuja pedra fundamental foi lançada em 25 de dezembro de 1850. Dali siga para o Arquivo Público, também conhecido como Casa Anísio Brito, onde está o maior acervo histórico do Piauí. Passe pelo prédio do Tribunal de Justiça, construção do século passado, e conheça o Palácio da Cidade, sede da Prefeitura de Teresina. Logo adiante está a Fundação Cultural do Piauí, onde funcionou a Assembléia Legislativa, e em seguida você chega às margens do rio Parnaíba, de onde se avista a cidade maranhense de Timon. Conheça a feira do Troca-Troca. Dali siga para a Praça Saraiva, com suas árvores frondosas, que recebeu esse nome em homenagem ao fundador da cidade, Conselheiro Antonio Saraiva, cuja estátua lá se encontra erguida. Nas cercanias da praça se encontram casarios antigos como o Colégio Diocesano e a Casa Dôta. Observe a Igreja de Nossa Senhora das Dores, cuja pedra fundamental foi lançada em 23 de março de 1865. Ao lado está a Casa de Cultura, onde funcionou a residência Episcopal e residência do Barão de Gurguéia, tendo sido sede do colégio Pedro II; é hoje um espaça cultural com museu, galeria de artes, sala de vídeo, auditório e área para shows e exposições. Adiante você vai chegar ao Centro Artesanal "Mestre Dezinho", cujo nome é uma homenagem a um dos maiores artesãos do Piauí, localizada na praça Pedro II, onde funcionou o antigo quartel da Polícia Militar do Piauí e abriga 22 boxes de vendas de artesanato, escola de dança e escola de música. Na Praça Pedro II você vai conhecer o Teatro 4 de Setembro e o Clube dos Diários, recém reformado para abrigar um espaço cultural com bar, restaurante, auditório e área para shows e exposições. Siga para o Palácio de Karnack, antiga residência do Barão de Castelo Branco e hoje sede do Governo do Piauí. Em frente está a Igreja de São Benedito, uma das mais tradicionais de Teresina, erguida no ano de 1888. Siga pela artéria principal da cidade, a Avenida Frei Serafim, e conheça também a residência Episcopal e a belíssima arquitetura do Colégio Sagrado Coração de Jesus, tradicional centro de ensino fundado em 1906.
LITORAL
Os turistas demoraram a descobrir o Piauí. Distraídos com a beleza das praias vizinhas, muitos não perceberam, nos 66 km da costa piauiense, um lugar excitante, onde não falta sol, lindas e solitárias praias, cultura e história. Pequenino, o litoral piauiense passa quase despercebido pela maioria dos turistas. O tamanho, porém, não compromete seu apelo turístico. Com belas e desconhecidas praias, o litoral agreste do estado oferece um dos trechos mais inexplorados da costa nordestina.
Uma boa caminhada por Teresina deve começar pelo centro histórico, com uma visita ao Museu do Piauí, que foi construído no século XIX para ser a residência e depois passou a ser sede do Governo da Província, em 1873, tendo funcionado como sede do Tribunal de Justiça de 1926 a 1975, quando instalou-se o museu. Na saída, aprecie o verde da Praça da Bandeira, onde está o marco de fundação da cidade e o Teatro de Arena, com um monumento em homenagem ao violeiro repentista Domingos Fonseca. Depois da praça está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Amparo, cuja pedra fundamental foi lançada em 25 de dezembro de 1850. Dali siga para o Arquivo Público, também conhecido como Casa Anísio Brito, onde está o maior acervo histórico do Piauí. Passe pelo prédio do Tribunal de Justiça, construção do século passado, e conheça o Palácio da Cidade, sede da Prefeitura de Teresina. Logo adiante está a Fundação Cultural do Piauí, onde funcionou a Assembléia Legislativa, e em seguida você chega às margens do rio Parnaíba, de onde se avista a cidade maranhense de Timon. Conheça a feira do Troca-Troca. Dali siga para a Praça Saraiva, com suas árvores frondosas, que recebeu esse nome em homenagem ao fundador da cidade, Conselheiro Antonio Saraiva, cuja estátua lá se encontra erguida. Nas cercanias da praça se encontram casarios antigos como o Colégio Diocesano e a Casa Dôta. Observe a Igreja de Nossa Senhora das Dores, cuja pedra fundamental foi lançada em 23 de março de 1865. Ao lado está a Casa de Cultura, onde funcionou a residência Episcopal e residência do Barão de Gurguéia, tendo sido sede do colégio Pedro II; é hoje um espaça cultural com museu, galeria de artes, sala de vídeo, auditório e área para shows e exposições. Adiante você vai chegar ao Centro Artesanal "Mestre Dezinho", cujo nome é uma homenagem a um dos maiores artesãos do Piauí, localizada na praça Pedro II, onde funcionou o antigo quartel da Polícia Militar do Piauí e abriga 22 boxes de vendas de artesanato, escola de dança e escola de música. Na Praça Pedro II você vai conhecer o Teatro 4 de Setembro e o Clube dos Diários, recém reformado para abrigar um espaço cultural com bar, restaurante, auditório e área para shows e exposições. Siga para o Palácio de Karnack, antiga residência do Barão de Castelo Branco e hoje sede do Governo do Piauí. Em frente está a Igreja de São Benedito, uma das mais tradicionais de Teresina, erguida no ano de 1888. Siga pela artéria principal da cidade, a Avenida Frei Serafim, e conheça também a residência Episcopal e a belíssima arquitetura do Colégio Sagrado Coração de Jesus, tradicional centro de ensino fundado em 1906.
LITORAL
Os turistas demoraram a descobrir o Piauí. Distraídos com a beleza das praias vizinhas, muitos não perceberam, nos 66 km da costa piauiense, um lugar excitante, onde não falta sol, lindas e solitárias praias, cultura e história. Pequenino, o litoral piauiense passa quase despercebido pela maioria dos turistas. O tamanho, porém, não compromete seu apelo turístico. Com belas e desconhecidas praias, o litoral agreste do estado oferece um dos trechos mais inexplorados da costa nordestina.
Praias
Pedra do Sal – Situada na Ilha Grande de Santa Isabel, a Pedra do Sal estende-se por 8 km de dunas, lagoas e carnaúbas que consagraram a praia como uma das mais belas do Nordeste. Localizada numa vila de pescadores, a praia preserva as virtudes da natureza quase intocada. São águas limpíssimas, protegidas por dunas, morros e formações rochosas onde o sal se deposita (daí o nome da praia) que transformam a rusticidade do lugar em sua principal atração. Alguns toscos quiosques completam o cenário.
Atalaia – É a praia mais freqüentada do litoral piauiense. Urbana, Atalaia conta com uma estrutura de 70 bares e restaurantes onde não falta cerveja gelada e peixe frito durante todo o dia. Para a criançada, existe a opção das walk-machines e minimotocicletas. Está localizada nos arredores do pequeno município de Luís Correia, a 370 km da capital.
Praia do Coqueiro – Dunas de areias claríssimas e inúmeros coqueiros emolduram a paisagem, dominada por um mar de águas mansas e límpidas. A praia abriga um sem-número de casas de veraneio, bares e restaurantes simples. Apesar da proximidade com a cidade, a praia do Coqueiro ainda mantém os rústicos vestígios das canoas de pescadores ancoradas à beira-mar.
Praia da Barra Grande - A viagem à Barra Grande é uma verdadeira aventura, com seus 60km de estradas sinuosas, pontes e margens cercadas pelos matagais. Situada na barra dos rios São Miguel e Camurupim, a praia ainda apresenta as características de um povoado que vive à base da pesca e boa hospitalidade.
Praia de Macapá - Separada da Barra Grande pelo rio Camurupim, que deságua no Oceano Atlântico formando um grande área de águas mansas, a Praia de Macapá, em Luís Correia, é propícia para banhos e passeios de canoas e vela. É lá onde diariamente pescadores aportam, trazendo caranguejos dos mangues e peixes, que podem ser adquiridos na hora.
Lagoa do Portinho - Cercada de dunas de areia branca, que se movimentam com a ação dos ventos, o Portinho tem se caracterizado por ser uma área para o esporte náutico e o lazer dos banhistas. É ideal para caminhadas ecológicas sobre suas dunas, cujas formas sinuosas oferecem um visual de rara beleza.
Pedra do Sal – Situada na Ilha Grande de Santa Isabel, a Pedra do Sal estende-se por 8 km de dunas, lagoas e carnaúbas que consagraram a praia como uma das mais belas do Nordeste. Localizada numa vila de pescadores, a praia preserva as virtudes da natureza quase intocada. São águas limpíssimas, protegidas por dunas, morros e formações rochosas onde o sal se deposita (daí o nome da praia) que transformam a rusticidade do lugar em sua principal atração. Alguns toscos quiosques completam o cenário.
Atalaia – É a praia mais freqüentada do litoral piauiense. Urbana, Atalaia conta com uma estrutura de 70 bares e restaurantes onde não falta cerveja gelada e peixe frito durante todo o dia. Para a criançada, existe a opção das walk-machines e minimotocicletas. Está localizada nos arredores do pequeno município de Luís Correia, a 370 km da capital.
Praia do Coqueiro – Dunas de areias claríssimas e inúmeros coqueiros emolduram a paisagem, dominada por um mar de águas mansas e límpidas. A praia abriga um sem-número de casas de veraneio, bares e restaurantes simples. Apesar da proximidade com a cidade, a praia do Coqueiro ainda mantém os rústicos vestígios das canoas de pescadores ancoradas à beira-mar.
Praia da Barra Grande - A viagem à Barra Grande é uma verdadeira aventura, com seus 60km de estradas sinuosas, pontes e margens cercadas pelos matagais. Situada na barra dos rios São Miguel e Camurupim, a praia ainda apresenta as características de um povoado que vive à base da pesca e boa hospitalidade.
Praia de Macapá - Separada da Barra Grande pelo rio Camurupim, que deságua no Oceano Atlântico formando um grande área de águas mansas, a Praia de Macapá, em Luís Correia, é propícia para banhos e passeios de canoas e vela. É lá onde diariamente pescadores aportam, trazendo caranguejos dos mangues e peixes, que podem ser adquiridos na hora.
Lagoa do Portinho - Cercada de dunas de areia branca, que se movimentam com a ação dos ventos, o Portinho tem se caracterizado por ser uma área para o esporte náutico e o lazer dos banhistas. É ideal para caminhadas ecológicas sobre suas dunas, cujas formas sinuosas oferecem um visual de rara beleza.
Ilhas
Grande de Santa Isabel - com 240km2, a Ilha Grande de Santa Isabel tem sua costa voltada para o Atlântico, representando 35% do litoral Piauiense, e é lá que se localiza o Porto dos Tatus. O acesso à ilha é feito por Parnaíba.
Caju - O acesso é feito de barco, partindo-se de portos como o Porto dos Tatus, na Ilha Grande de Santa Isabe, ou Porto das Barcas, em Parnaíba, de onde sai a maioria dos transportes fluviais que percorre os igarapés e ilhas do delta. A ilha é de propriedade privada, portanto é necessário que se faça reservas, e conta com hospedagem rústica (adaptada de uma fazenda de moldes ingleses do século XIX), alimentação e transporte local (tratores, charretes ou cavalos). É um verdadeiro santuário ecológico, abrigando garças, cavalos selvagens, jacarés-do-papo-amarelo, caranguejo-uçá, ostras e várias espécies vegetais.
Canárias - Na barra das canárias, município de Parnaíba, fica o ponto extremo norte do Piauí, fronteira com o Maranhão. Um pequeno povoado permite o atracamento dos barcos, para passeio à ilha. Os inúmeros igarapés que se formam entre ilhas desnudam uma natureza intocável, descortinando os cipoáis, os mangues e os seus habitantes misteriosos: caranguejos, siris, ostras...
SETE CIDADES
Monumento público natural, o Parque Nacional de Sete Cidades, de propriedade da União Federal, e destinado à preservação de espécies florísticas e faunísticas. Administrado pelo IBAMA, foi criado pelo decreto no 50.744, de 8-6-1961, possuindo área de 6.221 ha.
As formações rochosas de Sete Cidades inspiraram diversas lendas sobre a sua formação. As muralhas das fortalezas formadas por pedras de até 10m, os castelos e as estreitas ruas flanqueadas por muros que mostram altas figuras misteriosas, Constituem um dos mais belos monumentos geológicos do Brasil. Sua altura varia de 5 a 20m e dispõem-se em sete grandes aglomerados de diferentes tamanhos, que se espalham por uma área de aproximadamente 20 km2. Possui 22 nascentes e uma cachoeira, que apresenta água apenas na estação chuvosa (final de janeiro/abril), com altitudes que variam de 16,2m na primeira queda e 7,2m na segunda. A escada tem 79 degraus até o lago. Oitenta porcento da área é de vegetação, contando com 36 km de cercas.
Monumento público natural, o Parque Nacional de Sete Cidades, de propriedade da União Federal, e destinado à preservação de espécies florísticas e faunísticas. Administrado pelo IBAMA, foi criado pelo decreto no 50.744, de 8-6-1961, possuindo área de 6.221 ha.
As formações rochosas de Sete Cidades inspiraram diversas lendas sobre a sua formação. As muralhas das fortalezas formadas por pedras de até 10m, os castelos e as estreitas ruas flanqueadas por muros que mostram altas figuras misteriosas, Constituem um dos mais belos monumentos geológicos do Brasil. Sua altura varia de 5 a 20m e dispõem-se em sete grandes aglomerados de diferentes tamanhos, que se espalham por uma área de aproximadamente 20 km2. Possui 22 nascentes e uma cachoeira, que apresenta água apenas na estação chuvosa (final de janeiro/abril), com altitudes que variam de 16,2m na primeira queda e 7,2m na segunda. A escada tem 79 degraus até o lago. Oitenta porcento da área é de vegetação, contando com 36 km de cercas.
A LENDA
"Sete Cidades é um empolgante conjunto de pedras e rochedos de estranhas formas, que tem inspirado as mais fascinantes lendas e teses arqueológicas.Para Ludwing Schwenhagen, etnólogo suíço, autor do livro "Antiga História do Brasil", trata-se de ruínas de um grande centro nacional, político e religioso, sede de um império colonial fenício existente no Brasil.Para o antropólogo e arqueólogo francês Jacques Mahieu, Diretor do Instituto de Ciências do Homem, de Buenos Aires, foi a sede de uma colônia viking, 500 anos antes da chegada dos portugueses.Para Erick Von Däniken, o famoso autor de "Eram os Deuses Astronautas", é o remanescente de uma cidade destruída por um incêndio, há 15 mil anos. Uma espécie de Gomorra, sobre cujas ruínas a erosão moldou a aparência fantástica de nossos dias.Aí, onde Schwenhagen localiza templos, castelos, fortalezas, bibliotecas e imagens dos sumo-sacerdotes fenícios, e onde Mahieu identificara serpentes, sereias, martelos de Thor e outros símbolos da cultura viking, eu passara um dia inolvidável entre rochas de formas estranhas, estátuas antropomórficas, misteriosas inscrições, piscinas naturais e fontes de água morna.Lá estavam as fascinantes formações rochosas, com os traços de massa metálica, esfarelada, espremida, aparecendo entre camadas de pedras, cujos vestígios de ferrugem tanto impressionaram Von Däniken.Lá estavam os grandes painéis pré-históricos de pintura rupestre - círculos, rodas raiadas, círculos concêntricos, quadrado dentro de círculos, mãos, figuras antropomórficas e zoomorfas, variação de cruzes e estrelas.Quem os teria pintado? Que mistérios ocultariam esses arcos, essas torres, esses contrafortes?"
"Sete Cidades é um empolgante conjunto de pedras e rochedos de estranhas formas, que tem inspirado as mais fascinantes lendas e teses arqueológicas.Para Ludwing Schwenhagen, etnólogo suíço, autor do livro "Antiga História do Brasil", trata-se de ruínas de um grande centro nacional, político e religioso, sede de um império colonial fenício existente no Brasil.Para o antropólogo e arqueólogo francês Jacques Mahieu, Diretor do Instituto de Ciências do Homem, de Buenos Aires, foi a sede de uma colônia viking, 500 anos antes da chegada dos portugueses.Para Erick Von Däniken, o famoso autor de "Eram os Deuses Astronautas", é o remanescente de uma cidade destruída por um incêndio, há 15 mil anos. Uma espécie de Gomorra, sobre cujas ruínas a erosão moldou a aparência fantástica de nossos dias.Aí, onde Schwenhagen localiza templos, castelos, fortalezas, bibliotecas e imagens dos sumo-sacerdotes fenícios, e onde Mahieu identificara serpentes, sereias, martelos de Thor e outros símbolos da cultura viking, eu passara um dia inolvidável entre rochas de formas estranhas, estátuas antropomórficas, misteriosas inscrições, piscinas naturais e fontes de água morna.Lá estavam as fascinantes formações rochosas, com os traços de massa metálica, esfarelada, espremida, aparecendo entre camadas de pedras, cujos vestígios de ferrugem tanto impressionaram Von Däniken.Lá estavam os grandes painéis pré-históricos de pintura rupestre - círculos, rodas raiadas, círculos concêntricos, quadrado dentro de círculos, mãos, figuras antropomórficas e zoomorfas, variação de cruzes e estrelas.Quem os teria pintado? Que mistérios ocultariam esses arcos, essas torres, esses contrafortes?"
DELTA DO PARNAÍBA
O rio Parnaíba nasce na Chapada das Mangabeiras e percorre 1.485km até desembocar no mar, formando o Delta do Parnaíba, o único delta em mar aberto das Américas. Quase inexplorado pelo homem, representa uma das maiores riquezas ecológicas do planeta. O nome Delta vem do formato triangular da quarta letra maiúscula do alfabeto grego, forma essa distinta nos cinco braços de rio que deságuam no Atlântico: o Igaraçu e o das Canárias no Piauí, e do Caju, Melancieira e o de Tutóia no Maranhão.
Conta a história que em 1571 o navegante português Nicolau de Rezende perdeu uma carga preciosa com o naufrágio de seu navio na costa piauiense. Após inúmeras tentativas de recuperar o tesouro, acabou descobrindo outra jóia: o Delta do Parnaíba, com uma área de 2.700 quilômetros quadrados, 35% deles, que vão da barra do rio Igaraçu à Ilha das Canárias, no Piauí.
Ao largo da paisagem, 75 ilhas abrigam um riquíssimo ecossistema. O roteiro por entre os igarapés (caminhos formados entre pequenas ilhas) revela, aos poucos, imensas dunas e praias desertas. Nelas, a vegetação fechada do mangue mistura-se ao branco das areias, sob a contemplação de um céu infinitamente azul.
As excursões pelas barras do rio Parnaíba são os passeios mais procurados no litoral piauiense. Dentre eles, o melhor é o passeio à Ilha do Caju, quando é possível conhecer os igarapés da região em pequenas embarcações que partem do Porto das Barcas ou do Porto dos Tatus (Ilha Grande). Na Ilha das Canárias, em frente à Ilha do Caju, um iate conduz à beleza dos igarapés e manguezais, de onde sai a maior produção de caranguejos do país, com parada para banhos de rio e passeios pelas alvíssimas dunas da região. No trajeto o visitante constata a rica fauna local, como o macaco-prego, os jacarés-do-papo-amarelo, as garças ou o caranguejo-uçá.
O Delta oferece espetáculos inesquecíveis. O mar se faz presente com muita força, invadindo o rio como se rejeitasse as suas águas calmas. Para quem assiste a este "combate" fica um dos mais belos registros da natureza. A beleza das dunas, das praias desertas e dos mangues é um pouco do que você encontrará por lá; um cenário onde a natureza demonstra a sua perfeição. A pureza das águas deliciam turistas do mundo inteiro e o colorido dos manguezais formam um arco-íris que reflete toda a paz de espírito do lugar.
A consciência ecológica de entidades governamentais e privadas, aliada à preocupação instintiva dos próprios habitantes, são hoje fatores decisivos para a preservação do Delta. São os traços selvagens da região que conquistam os aventureiros que tiveram a sorte de desbravar o lugar. Sem dúvida, um dos locais mais inexplorados de toda a costa brasileira.
O rio Parnaíba nasce na Chapada das Mangabeiras e percorre 1.485km até desembocar no mar, formando o Delta do Parnaíba, o único delta em mar aberto das Américas. Quase inexplorado pelo homem, representa uma das maiores riquezas ecológicas do planeta. O nome Delta vem do formato triangular da quarta letra maiúscula do alfabeto grego, forma essa distinta nos cinco braços de rio que deságuam no Atlântico: o Igaraçu e o das Canárias no Piauí, e do Caju, Melancieira e o de Tutóia no Maranhão.
Conta a história que em 1571 o navegante português Nicolau de Rezende perdeu uma carga preciosa com o naufrágio de seu navio na costa piauiense. Após inúmeras tentativas de recuperar o tesouro, acabou descobrindo outra jóia: o Delta do Parnaíba, com uma área de 2.700 quilômetros quadrados, 35% deles, que vão da barra do rio Igaraçu à Ilha das Canárias, no Piauí.
Ao largo da paisagem, 75 ilhas abrigam um riquíssimo ecossistema. O roteiro por entre os igarapés (caminhos formados entre pequenas ilhas) revela, aos poucos, imensas dunas e praias desertas. Nelas, a vegetação fechada do mangue mistura-se ao branco das areias, sob a contemplação de um céu infinitamente azul.
As excursões pelas barras do rio Parnaíba são os passeios mais procurados no litoral piauiense. Dentre eles, o melhor é o passeio à Ilha do Caju, quando é possível conhecer os igarapés da região em pequenas embarcações que partem do Porto das Barcas ou do Porto dos Tatus (Ilha Grande). Na Ilha das Canárias, em frente à Ilha do Caju, um iate conduz à beleza dos igarapés e manguezais, de onde sai a maior produção de caranguejos do país, com parada para banhos de rio e passeios pelas alvíssimas dunas da região. No trajeto o visitante constata a rica fauna local, como o macaco-prego, os jacarés-do-papo-amarelo, as garças ou o caranguejo-uçá.
O Delta oferece espetáculos inesquecíveis. O mar se faz presente com muita força, invadindo o rio como se rejeitasse as suas águas calmas. Para quem assiste a este "combate" fica um dos mais belos registros da natureza. A beleza das dunas, das praias desertas e dos mangues é um pouco do que você encontrará por lá; um cenário onde a natureza demonstra a sua perfeição. A pureza das águas deliciam turistas do mundo inteiro e o colorido dos manguezais formam um arco-íris que reflete toda a paz de espírito do lugar.
A consciência ecológica de entidades governamentais e privadas, aliada à preocupação instintiva dos próprios habitantes, são hoje fatores decisivos para a preservação do Delta. São os traços selvagens da região que conquistam os aventureiros que tiveram a sorte de desbravar o lugar. Sem dúvida, um dos locais mais inexplorados de toda a costa brasileira.


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