RECIFE
O antigo e o moderno estão em toda parte. Arranha-céus e amplas avenidas ficam lado a lado com ruas de pedras portuguesas, pátios, conventos, igrejas. O frevo e o maracatu misturam-se ao mangue beat. A cidade surgiu como um povoado de pescadores e deslanchou como sede do governo holandês no Brasil. Mas as pontes, canais e rios é que lhe deram a fama de "Veneza brasileira". Exagero? Pode ser, mas suas 39 pontes – só no centro – cruzam mais de 50 canais e vários rios, como os famosos Capibaribe, Beberibe e Jaboatão.Terra do frevo, do maracatu e do maior Carnaval popular do mundo, a fama de divertida não é de hoje. É dos tempos da "Amsterdã", quando Nassau trouxe um fábrica de cerveja desmontada para o Brasil e organizou farras memoráveis. Pelo menos nisto Recife não mudou, apenas se modelou. Preservou a "loucura" flamenga num ensolarado cenário veneziano. Com muita cachaça e caldo de feijão.
Rua da Aurora - Isaaq
O antigo e o moderno estão em toda parte. Arranha-céus e amplas avenidas ficam lado a lado com ruas de pedras portuguesas, pátios, conventos, igrejas. O frevo e o maracatu misturam-se ao mangue beat. A cidade surgiu como um povoado de pescadores e deslanchou como sede do governo holandês no Brasil. Mas as pontes, canais e rios é que lhe deram a fama de "Veneza brasileira". Exagero? Pode ser, mas suas 39 pontes – só no centro – cruzam mais de 50 canais e vários rios, como os famosos Capibaribe, Beberibe e Jaboatão.Terra do frevo, do maracatu e do maior Carnaval popular do mundo, a fama de divertida não é de hoje. É dos tempos da "Amsterdã", quando Nassau trouxe um fábrica de cerveja desmontada para o Brasil e organizou farras memoráveis. Pelo menos nisto Recife não mudou, apenas se modelou. Preservou a "loucura" flamenga num ensolarado cenário veneziano. Com muita cachaça e caldo de feijão.
Rua da Aurora - Isaaq
PRINCIPAIS ATRAÇÕES:
Capela Dourada: Rua do Imperador, s/n, Bairro de Santo Antônio, Centro. Tel.: (081) 3224 0530. Construída em 1697, a Capela Dourada da Ordem Terceira de São Francisco é uma das mais expressivas representantes da arte barroca nas igrejas brasileirasl. Seu interior todo revestido em ouro velho remonta a uma época de riquezas e ostentação. Também dignos de destaque os painéis de azulejos, as pinturas e os trabalhos em talha dourada. Visite também o Museu Franciscano de Arte Sacra, em prédio anexo. Horários de visitação: de segunda à sexta, das 8 às 11h e das 14 às 17h. Aos sábados, das 8 às 11:30h.
Oficina de Francisco Brennand: no bairro da Várzea, a 16 km do centro. Tel. 55 81 3271-2466. Na verdade uma antiga olaria da família reformada pelo artista plástico para funcionar como museu/ateliê. Em meio a plantas e árvores típicas da mata atlântica, cerca de 2.000 esculturas, em sua maioria de barro. Palavras de Brennand: "O barro é um material primordial. É a terra, aquilo de que foi feito o homem. Ao manipular o barro, você se envolve de imediato com o mundo dos arquétipos, com todos os mitos e símbolos".
Recife Antigo: A restauração que transformou Recife Antigo de zona de meretrício e bandidagem em um dos mais belos pólos culturais e gastronômicos do país acaba de contagiar o Pátio de São Pedro, o novo centro cultural da cidade. A praça está limpa como banheiro de madame e o casario secular, antes abandonado, recebeu pintura nova e colorida. As casas viraram restaurantes, lojas de artesanato e ateliês. Toda semana, a partir da quarta-feira, vários shows regionais rolam por aqui durante a noite.
Boa Viagem: 7 Kms de praias de piscinas naturais de águas verdes são a atração principal desta praia, ponto predileto dos recifenses nos fins de semana. Se de manhã a pedida é tomar um banho de mar nas piscinas naturais, à tardinha experimente uma caminhada pelo calçadão, parando uma vez ou outra para tomar uma água de coco supergelada nos quiosques. À noite, um chopinho acompanha bem os frutos do mar nos vários restaurantes da avenida à beira-mar. Aliás, estrutura é o que não falta em Boa Viagem, hoje um bairro populoso com lojas, supermercados, shopping centers, etc.
Recife Antigo: A restauração que transformou Recife Antigo de zona de meretrício e bandidagem em um dos mais belos pólos culturais e gastronômicos do país acaba de contagiar o Pátio de São Pedro, o novo centro cultural da cidade. A praça está limpa como banheiro de madame e o casario secular, antes abandonado, recebeu pintura nova e colorida. As casas viraram restaurantes, lojas de artesanato e ateliês. Toda semana, a partir da quarta-feira, vários shows regionais rolam por aqui durante a noite.
Boa Viagem: 7 Kms de praias de piscinas naturais de águas verdes são a atração principal desta praia, ponto predileto dos recifenses nos fins de semana. Se de manhã a pedida é tomar um banho de mar nas piscinas naturais, à tardinha experimente uma caminhada pelo calçadão, parando uma vez ou outra para tomar uma água de coco supergelada nos quiosques. À noite, um chopinho acompanha bem os frutos do mar nos vários restaurantes da avenida à beira-mar. Aliás, estrutura é o que não falta em Boa Viagem, hoje um bairro populoso com lojas, supermercados, shopping centers, etc.
OLINDA
Seu rico artesanato, o animando e original Carnaval e as bem preservadas construções coloniais fazem de Olinda uma síntese da cultura pernambucana e brasileira. Não deixe de visitar os ateliês de artistas espalhadas pela cidade. Olinda espalha ladeiras, pátios, mosteiros, largos, sobrados, museus e mercados centenários entre sete colinas, um privilégio que a natureza concedeu apenas a outras três cidades no mundo: Roma, Lisboa e São Francisco. Fundada por Duarte Coelho, que chegando ao Alto da Sé em 1535, exclamou: "Ó ! Linda situação para uma vila". Assim nasceu a primeira capital de Pernambuco, invadida e incendiada pelos holandeses em 1630.
Seu rico artesanato, o animando e original Carnaval e as bem preservadas construções coloniais fazem de Olinda uma síntese da cultura pernambucana e brasileira. Não deixe de visitar os ateliês de artistas espalhadas pela cidade. Olinda espalha ladeiras, pátios, mosteiros, largos, sobrados, museus e mercados centenários entre sete colinas, um privilégio que a natureza concedeu apenas a outras três cidades no mundo: Roma, Lisboa e São Francisco. Fundada por Duarte Coelho, que chegando ao Alto da Sé em 1535, exclamou: "Ó ! Linda situação para uma vila". Assim nasceu a primeira capital de Pernambuco, invadida e incendiada pelos holandeses em 1630.
PRINCIPAIS ATRAÇÕES:
Como legítima representante da arquitetura colonial portuguesa, Olinda possui inúmeras igrejas, todas no mais puro estilo barroco. Visite a Igreja da Sé, construída em 1537, e aproveite para comer uma tapioca quentinha de uma das barracas do Alto da Sé, em frente à Igreja, apreciando a vista panorâmica de Recife. Vale também a pena visitar a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, de 1540, o Mosteiro de São Bento, construído em 1582, e o Museu de Arte Sacra, no antigo Palácio Episcopal, que data de 1676.
O que falar do carnaval de Olinda? Subindo e descendo suas ladeiras estreitas, pulando e cantando, encontram-se pobres e ricos, velhos e moços, turistas e nativos, todos embalados ao som do frevo, com um único objetivo: se divertir. O carnaval de Olinda não é somente popular, como dá outra dimensão à palavra: lá não se paga para pular, não há cordões de isolamento, não há superbandas nem megaempreendimentos: a animação é resultado da alegria dos moradores, e da sua vontade de festejar o carnaval. Elefante, Pitombeiras, Siri na Lata, Balança a Rolha, A Porta, Bloco da Saudade, Eu Acho É Pouco, Segura a Coisa, Bacalhau do Batata, não importa atrás de qual bloco você sairá pulando: aliás, procure sair atrás de todos. E os bonecos? Há opções para todas as horas: O Homem da Meia Noite, A Mulher da Tarde, O Menino do Dia, além daqueles que se criam todos os anos, dinâmico que é o carnaval de Olinda. Para aumentar a animação, sempre se pode apelar para um Retetel ou um Pau do Índio, poderosos "drinks" locais. Mas como não só de álcool vive o homem, experimente também um caldo de cana e uma ágüa de côco para hidratar, pois tenha certeza, o carnaval vai ferver!!
LITORAL NORTE
Como legítima representante da arquitetura colonial portuguesa, Olinda possui inúmeras igrejas, todas no mais puro estilo barroco. Visite a Igreja da Sé, construída em 1537, e aproveite para comer uma tapioca quentinha de uma das barracas do Alto da Sé, em frente à Igreja, apreciando a vista panorâmica de Recife. Vale também a pena visitar a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, de 1540, o Mosteiro de São Bento, construído em 1582, e o Museu de Arte Sacra, no antigo Palácio Episcopal, que data de 1676.
O que falar do carnaval de Olinda? Subindo e descendo suas ladeiras estreitas, pulando e cantando, encontram-se pobres e ricos, velhos e moços, turistas e nativos, todos embalados ao som do frevo, com um único objetivo: se divertir. O carnaval de Olinda não é somente popular, como dá outra dimensão à palavra: lá não se paga para pular, não há cordões de isolamento, não há superbandas nem megaempreendimentos: a animação é resultado da alegria dos moradores, e da sua vontade de festejar o carnaval. Elefante, Pitombeiras, Siri na Lata, Balança a Rolha, A Porta, Bloco da Saudade, Eu Acho É Pouco, Segura a Coisa, Bacalhau do Batata, não importa atrás de qual bloco você sairá pulando: aliás, procure sair atrás de todos. E os bonecos? Há opções para todas as horas: O Homem da Meia Noite, A Mulher da Tarde, O Menino do Dia, além daqueles que se criam todos os anos, dinâmico que é o carnaval de Olinda. Para aumentar a animação, sempre se pode apelar para um Retetel ou um Pau do Índio, poderosos "drinks" locais. Mas como não só de álcool vive o homem, experimente também um caldo de cana e uma ágüa de côco para hidratar, pois tenha certeza, o carnaval vai ferver!!
LITORAL NORTE
O nome Maria Farinha vem de um pequeno caranguejo transparente, muito arisco, que habita as suas areias finas e brancas. Com suas águas rasas, muito calmas, Maria Farinha é o lugar ideal para a prática de esportes náuticos: de lá, pode-se velejar para os canais que separam a ilha de Itamaracá do continente, ou para bancos de areia, como a Coroa do Avião (foto ao lado). Se você prefere ver a vida de cima, não tem problema: a "ponte aérea" Maria Farinha - Itamaracá, com "escala" na Coroa do Avião, é feita por ultraleves. Você pode não ter serviço de bordo, mas que vai querer "comer" a paisagem, isso vai!
A ilha de Itamaracá, com 84Km2 de área e população fixa de cerca de 12.000 habitantes, é separada do continente pelo canal de Santa Cruz. Suas estradas sinuosas ladeadas por coqueiros levam a inúmeras praias e monumentos, numa combinação de paisagens e história dificilmente igualada. Forte Orange: construído em 1631 pelos holandeses como o primeiro bastião de defesa da terra recém conquistada, foi tomado pelos portugueses em 1654 e reconstruído de acordo com os padrões arquitetônicos lusitanos. Seus 13 canhões permanecem ainda hoje apontando para o mar de águas verdes e tranquilas.
Antiga vila de pescadores hoje com várias casas de veraneio, Pontas de Pedra não possui vida noturna e é conhecida como lugar de repouso. A praia é calma, de poucas ondas, reta, de areia fina e batida. Durante a maré baixa, pode-se caminhar bastante mar adentro com água pelos joelhos. Praias vizinhas: Carne de Vaca (mais ao norte, com manguezais) e Catuama (mais ao Sul). Catuama é uma praia sinuosa, com arrecifes, águas calmas e extensos coqueirais. É tranquila e possui belas vistas
Antiga vila de pescadores hoje com várias casas de veraneio, Pontas de Pedra não possui vida noturna e é conhecida como lugar de repouso. A praia é calma, de poucas ondas, reta, de areia fina e batida. Durante a maré baixa, pode-se caminhar bastante mar adentro com água pelos joelhos. Praias vizinhas: Carne de Vaca (mais ao norte, com manguezais) e Catuama (mais ao Sul). Catuama é uma praia sinuosa, com arrecifes, águas calmas e extensos coqueirais. É tranquila e possui belas vistas
LITORAL SUL
A pequena enseada de Calhetas, ladeada por pedras que a separam de suas praias vizinhas, Gaibu e Paraíso(!), possui águas tranqüilas e cristalinas, que se aprofundam rapidamente, dando ao mar uma coloração azulada de beleza ímpar. Os barcos de pesca normalmente nela ancorados, balançando-se preguiçosamente ao sabor das ondas, dão ainda mais placidez à paisagem. Sente-se à sombra dos coqueiros e relaxe: não há pressa, a paisagem é a mesma há séculos...Se quiser, você também poderá fazer caminhadas pelas pedras que cercam a enseada e visitar as praias vizinhas.Se optar pelas caminhadas, não deixe de visitar Paraíso, temos certeza que você não vai se arrepender, o local é simplesmente deslumbrante!
Prepare sua máquina fotográfica: do mirante do Cabo de Santo Agostinho, é possível observar desde a cidade de Recife até o Porto de Suape, passando pelas praias vizinhas de Paiva, Gaibu, Calhetas e Paraíso. Mas impressionante mesmo é observar a cor azul-turquesa do mar, graças às águas que se aprofundam rapidamente. Este acidente geográfico, que deu nome ao município do Cabo, foi um dos primeiros pontos de defesa dos portugueses contra os invasores holandeses, no século XVII. Como prova de um passado de guerras, lá encontram-se as ruínas do Forte Castelo do Mar, construído estrategicamente na ponta do Cabo. Da mesma época data a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré. Um século depois, a ela viria se juntar o Convento do Carmo de Nazaré.
O nome curioso vem do passado colonial: depois da proibição do tráfego de escravos, navios negreiros aportavam na praia em segredo, e o código para que os senhores de engenho viessem comprar os escravos era: "Tem galinha nova no porto!". Triste contradição: a primeira visão da terra que lhes impingiria a escravidão era a de um paraíso! Mas deixemos o passado de lado: hoje, os 12Km de praias - Muro Alto , Cupe, Porto de Galinhas e Maracaípe - dão boas-vindas a TODOS que dele quiserem desfrutar. E olhe que não falta o que fazer: os arrecifes que protegem a praia formam piscinas naturais de água azul turquesa, excepcionalmente transparente, onde se pode alimentar peixinhos multicoloridos com pedaços de pão ou ouriço. Você não precisa ser um discípulo de Jacques Custeau para desfrutar disso: apenas alugue a máscara e o snorkel na vila, pegue uma jangada até as piscinas e aproveite! E tem mais piscinas em Muro Alto: pra chegar lá, é só pegar o passeio de buggy, que segue o tempo todo pela beira da praia, num visual inesquecível. Mais? Claro que tem: passeios de jet-ski, jangada, windsurf, banana-boat, caiaque, ultraleve, ou simplesmente boiar nas águas sempre mornas, calmas e transparentes. Mas se seu estoque de energia é ilimitado, não se preocupe (não se aperreie, como dizem os pernambucanos): a parte desprotegida de arrecifes chama-se Maracaípe, e tem ondas "radicais": Maracaípe sedia uma das etapas do campeonato brasileiro de surf. Mas guarde um pouquinho de energia para a noite: há excelentes restaurantes, e você não vai perder a oportunidade de comer uma "peixada", vai? Há muito mais que se poderia falar sobre Porto de Galinhas, mas o melhor mesmo é ir lá e ver com os seus próprios olhos!
A pequena enseada de Calhetas, ladeada por pedras que a separam de suas praias vizinhas, Gaibu e Paraíso(!), possui águas tranqüilas e cristalinas, que se aprofundam rapidamente, dando ao mar uma coloração azulada de beleza ímpar. Os barcos de pesca normalmente nela ancorados, balançando-se preguiçosamente ao sabor das ondas, dão ainda mais placidez à paisagem. Sente-se à sombra dos coqueiros e relaxe: não há pressa, a paisagem é a mesma há séculos...Se quiser, você também poderá fazer caminhadas pelas pedras que cercam a enseada e visitar as praias vizinhas.Se optar pelas caminhadas, não deixe de visitar Paraíso, temos certeza que você não vai se arrepender, o local é simplesmente deslumbrante!
Prepare sua máquina fotográfica: do mirante do Cabo de Santo Agostinho, é possível observar desde a cidade de Recife até o Porto de Suape, passando pelas praias vizinhas de Paiva, Gaibu, Calhetas e Paraíso. Mas impressionante mesmo é observar a cor azul-turquesa do mar, graças às águas que se aprofundam rapidamente. Este acidente geográfico, que deu nome ao município do Cabo, foi um dos primeiros pontos de defesa dos portugueses contra os invasores holandeses, no século XVII. Como prova de um passado de guerras, lá encontram-se as ruínas do Forte Castelo do Mar, construído estrategicamente na ponta do Cabo. Da mesma época data a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré. Um século depois, a ela viria se juntar o Convento do Carmo de Nazaré.
O nome curioso vem do passado colonial: depois da proibição do tráfego de escravos, navios negreiros aportavam na praia em segredo, e o código para que os senhores de engenho viessem comprar os escravos era: "Tem galinha nova no porto!". Triste contradição: a primeira visão da terra que lhes impingiria a escravidão era a de um paraíso! Mas deixemos o passado de lado: hoje, os 12Km de praias - Muro Alto , Cupe, Porto de Galinhas e Maracaípe - dão boas-vindas a TODOS que dele quiserem desfrutar. E olhe que não falta o que fazer: os arrecifes que protegem a praia formam piscinas naturais de água azul turquesa, excepcionalmente transparente, onde se pode alimentar peixinhos multicoloridos com pedaços de pão ou ouriço. Você não precisa ser um discípulo de Jacques Custeau para desfrutar disso: apenas alugue a máscara e o snorkel na vila, pegue uma jangada até as piscinas e aproveite! E tem mais piscinas em Muro Alto: pra chegar lá, é só pegar o passeio de buggy, que segue o tempo todo pela beira da praia, num visual inesquecível. Mais? Claro que tem: passeios de jet-ski, jangada, windsurf, banana-boat, caiaque, ultraleve, ou simplesmente boiar nas águas sempre mornas, calmas e transparentes. Mas se seu estoque de energia é ilimitado, não se preocupe (não se aperreie, como dizem os pernambucanos): a parte desprotegida de arrecifes chama-se Maracaípe, e tem ondas "radicais": Maracaípe sedia uma das etapas do campeonato brasileiro de surf. Mas guarde um pouquinho de energia para a noite: há excelentes restaurantes, e você não vai perder a oportunidade de comer uma "peixada", vai? Há muito mais que se poderia falar sobre Porto de Galinhas, mas o melhor mesmo é ir lá e ver com os seus próprios olhos!
FERNANDO DE NORONHA
O Arquipélago de Fernando de Noronha, com seu rico ecossistema e uma beleza natural estonteante, sempre despertou a atenção de povos de todas as partes do planeta, interessados em conhecer de perto esse verdadeiro oásis, que parece perdido em meio à imensidão azul. O contato com a natureza intocada é único, tornando inesquecíveis os momentos passados em perfeita comunhão com o meio ambiente. São oferecidas várias opções de passeios terrestres e marítimos, inclusive atividades subaquáticas, formando um conjunto que atrai um grande número de turistas brasileiros e estrangeiros. Vários outros programas estão à disposição do visitante em Fernando de Noronha como Atividades Submarinas, Passeios de Barco, Passeios de Buggy e Caminhadas.





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