
João Pessoa: O Pólo é composto pelas cidades de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita que formam a Grande João Pessoa. As condições do meio natural compreendem a cobertura vegetal de florestas, praias, tabuleiros, várzeas e estuários de rios que nascem no interior, além de um clima quente e úmido. Verdadeiro monumento vivo, a cidade guarda uma rica impressão através dos séculos com a revitalização de seu Centro Histórico.Todos estes elementos naturais e históricos conferem a individualidade da região.
A cidade de João Pessoa, capital do Estado é detentora de um litoral constituído das mais belas praias do Nordeste. Verdadeiro monumento vivo, a cidade guardou, ao longo dos seus 400 anos, uma viva impressão dos seus tempos históricos, seja no Parque Barroco - um dos maiores do Brasil, seja na arquitetura de seus antigos casarões e ladeiras que deram o rumo da conquista. O carnaval fora de época, a MICAROA é um evento que a cada ano se solidifica, proporcionando a formação marco no calendário festivo da cidade. Dentro do mesmo espírito de divertimento, tem-se a Folia de Rua na semana que antecede o carnaval. Durante esta semana vários blocos desfilam nos bairros de João Pessoa, despontando como o maior deles, Muriçocas do Miramar que arrasta uma multidão de mais de 250 mil pessoas na Quarta-Feira de Fogo, antecipando a Quarta-feira de cinzas, último dia de carnaval. Em junho, O São João da Lagoa está se fortalecendo cada vez mais e já pode ser incluído entre os grandes eventos turísticos da cidade. Um pavilhão junino é montado no Parque Sólon de Lucena - Lagoa para uma semana de festa bem ao estilo forró Pé-de-serra. A Festa de Nossa Senhora das Neves, que comemora o aniversário da cidade, no dia 5 de agosto, faz parte da tradição dos pessoenses. É celebrada durante vários dias na ruas da cidade antiga e na Lagoa. O Festival Nacional de Arte - FENART, evento anual que acontece no Espaço Cultural José Lins do Rego, traz a arte de todo Brasil e exterior para a cidade.O clima pessoense é do tipo mediterrâneo ou nordestino seco, com temperaturas médias anuais de 26º C. O Inverno inicia-se em março e termina em agosto.
A cidade de João Pessoa, capital do Estado é detentora de um litoral constituído das mais belas praias do Nordeste. Verdadeiro monumento vivo, a cidade guardou, ao longo dos seus 400 anos, uma viva impressão dos seus tempos históricos, seja no Parque Barroco - um dos maiores do Brasil, seja na arquitetura de seus antigos casarões e ladeiras que deram o rumo da conquista. O carnaval fora de época, a MICAROA é um evento que a cada ano se solidifica, proporcionando a formação marco no calendário festivo da cidade. Dentro do mesmo espírito de divertimento, tem-se a Folia de Rua na semana que antecede o carnaval. Durante esta semana vários blocos desfilam nos bairros de João Pessoa, despontando como o maior deles, Muriçocas do Miramar que arrasta uma multidão de mais de 250 mil pessoas na Quarta-Feira de Fogo, antecipando a Quarta-feira de cinzas, último dia de carnaval. Em junho, O São João da Lagoa está se fortalecendo cada vez mais e já pode ser incluído entre os grandes eventos turísticos da cidade. Um pavilhão junino é montado no Parque Sólon de Lucena - Lagoa para uma semana de festa bem ao estilo forró Pé-de-serra. A Festa de Nossa Senhora das Neves, que comemora o aniversário da cidade, no dia 5 de agosto, faz parte da tradição dos pessoenses. É celebrada durante vários dias na ruas da cidade antiga e na Lagoa. O Festival Nacional de Arte - FENART, evento anual que acontece no Espaço Cultural José Lins do Rego, traz a arte de todo Brasil e exterior para a cidade.O clima pessoense é do tipo mediterrâneo ou nordestino seco, com temperaturas médias anuais de 26º C. O Inverno inicia-se em março e termina em agosto.
Litoral Centro Sul: O conjunto de praias dos municípios de Cabedelo, João Pessoa, Conde e Pitimbu compreendem o pólo. Este setor da zona costeira paraibana é formado por duas unidades de relevo predominantes, os Baixos Planaltos Costeiros e a Planície Costeira, sendo esta última unidade mais estreita e limita-se pelas bacias hidrográficas dos rios Goiana, Abiaí, Graú, Guruji, Gramame, Cuiá e Paraíba do Norte.
Cabedelo: Situada na foz do Rio Paraíba, é uma cidade rica em manifestações folclóricas (em particular a dança Nau Catarineta) e em artesanato. A 18 km de João Pessoa, lá você encontra a Fortaleza de Santa Catarina, construída no século XVI para defender a costa paraibana dos invasores estrangeiros. Foi cenário de batalhas entre portugueses e holandeses. Hoje restaurada, transformou-se num dos pontos importantes de visitação turística do município. As cidades de Cabedelo e Lucena (Pólo Litoral Norte) têm o Rio Paraíba entre elas. Hoje as cidades contam com um sistema de Ferry-Boat, fazendo a travessia diária de passageiros, veículos e produtos entre as duas cidades, pólos.
Conde: Distante 23 Km de João Pessoa, cujo litoral pode ser considerado Uma Vitrine Tropical, onde enseadas bordeadas de coqueiros e falésias multicores compõem a cena. São praias selvagens, despoluídas, areias brancas, belezas naturais recompensadoras aos olhos de quem se aventura a explorá-las.

Pitumbu: Pode-se dizer que Pitimbu, localizada no litoral sul da Paraíba, nasceu para o turismo. Com seus 10 km de extensão, ela é muito procurada para a prática de surf e mergulho. Possui uma larga faixa de areia escura, coqueiros e bons locais para camping selvagem. Rumo ao sul, ela recebe outros nomes, como Costa do Marlin Azul, Sítio Novo e Acaú. Tem ainda as praias de Pontinha e Prainha. O clima de Pitimbu é temperado, com máximas e 30º C. e mínimas de 29º. O inverno começa em maio e termina em agosto.
Litoral Norte: Composta pelos municípios de: Lucena, Rio Tinto, Marcação, Baía da Traição e Mataraca. Esta região é formada por duas unidades de relevo predominante, uma correspondendo a Planície Costeira e a outra aos Baixos Planaltos Costeiros, com uma topografia suave e vales encaixados, drenados pelas bacias hidrográficas dos rios Paraíba do Norte, Miriri, Mamanguape, Camaratuba e Guajú. Destacam as bacias do Rio Paraíba do Norte e Mamanguape, devido ao fato de drenarem uma maior extensão de terras no litoral norte, além de apresentarem as maiores e mais representativas zonas estuárias do Estado.
Litoral Norte: Composta pelos municípios de: Lucena, Rio Tinto, Marcação, Baía da Traição e Mataraca. Esta região é formada por duas unidades de relevo predominante, uma correspondendo a Planície Costeira e a outra aos Baixos Planaltos Costeiros, com uma topografia suave e vales encaixados, drenados pelas bacias hidrográficas dos rios Paraíba do Norte, Miriri, Mamanguape, Camaratuba e Guajú. Destacam as bacias do Rio Paraíba do Norte e Mamanguape, devido ao fato de drenarem uma maior extensão de terras no litoral norte, além de apresentarem as maiores e mais representativas zonas estuárias do Estado.
Lucena: Distante 48km de João Pessoa, Lucena tem entre seus passeios imperdíveis o uso de jangadas, passeios de reconhecimento do litoral e dos currais de peixes, que ficam descoberto na maré baixa. Existem locais apropriados para mergulho, canoagem e diversos esportes náuticos. Para quem quer mais aventura, o município oferece diversas trilhas para desbravar, seja a pé, de bicicleta, moto ou carro. Com 15km de praias, destacam-se a excelente praia de Pontinha e Holandês.
Baía da Traição: Palco de antigas batalhas, possuí ruínas de uma fortaleza que a protegia de invasores. No município, está localizada a única reserva indígena dos índios Potiguaras existentes no Brasil. São diversas aldeias, sob a jurisdição da Fundação Nacional do Índio - FUNAI. Na reserva comemora-se a Festa do Toré, em memória do seu passado histórico. De fácil acesso, à cerca de 85 km da capital, possui boa infra-estrutura. O litoral da Baía da Traição é um dos mais belos do Nordeste, tendo a configuração de meia-lua. O seu contorno, da Foz do rio Camaratuba à Foz do rio Mamanguape, mede aproximadamente 40 km. As praias que se destacam são: Cardosas, Tambá, Forte, Trincheira e Coqueirinho, muito frequentadas por turistas de todo o Brasil. O carnaval é um dos mais animados e tradicionais do litoral paraibano. Clima temperado (quente-úmido) , com temperatura máximas de 29 graus e mínimas de 24. O inverno começa em maio e termina em setembro.
Mataraca: Onde se encontra Barra de Camaratuba. A 110 km da capital, é uma das mais primitivas e belas praias do litoral paraibano, possuindo ondas muito fortes, tendo todas as condições para explorar o turismo ecológico. Recentemente, seguindo a tradição paraibana de sempre adotar boas políticas de preservação ambiental, o município aprovou a lei que cria o Parque Municipal Eco-Turismo da Barra do Rio Camaratuba. A área do novo parque paraibano, faz limite com espaços urbanizados do local e com uma reserva indígena. Compreende o norte do Rio Camaratuba, ocupando área estuarina, com destaque para um belo manguezal e a restinga junto ao Oceano Atlântico. Clima temperado, com máximas de 30 graus e mínimas de 20. O inverno começa em maio e termina em julho.
Rio Tinto e Mamanguape: É uma área das mais antigas povoações da Paraíba, sendo uma das suas características mais marcante, a presença da arquitetura européia, influência dos alemães que ali se instalaram. A área de Reserva Florestal, monitorada pelo IBAMA, preserva os recursos naturais, principalmente a cobertura vegetal ali existente. A Reserva Biológica de Guaribas, situada entre os municípios de Rio Tinto e Mamanguape, possui infra-estrutura dotada de alojamento, laboratório de pesquisa, mini-auditório, centro de visitação, base de pesquisa, além de vários equipamentos. A Reserva está preparada para receber pesquisadores, que queiram desenvolver estudos de campo sobre a Mata Atlântica do Nordeste. No estuário do rio Mamanguape, está implantada a Base de Proteção e Pesquisa do Peixe-Boi Marinho, cuja presença da espécie na costa brasileira, foi detectada pela primeira vez no século XVII. A Praia de Campina, é uma ótima opção de lazer. Lugar muito bonito, descoberto num passado recente pelos amantes do mar, fica no caminho que leva ao habitat natural do Peixe-Boi Marinho, em Barra de Mamanguape. Possui clima temperado, variando de 22 a 31 graus. O inverno começa em março e termina em julho.
Brejo: Os municípios que compõe o Pólo são Areia, Alagoa Grande, Araruna e Bananeiras.A Região do Brejo tem, na sua maioria, uma altitude em torno de 500m, favorecendo a existência de um microclima com chuvas abundantes. A pluviosidade média da região é de 1.800mm3, distribuída ao longo de seis meses do ano, com temperatura ambiental, variando entre 18º a 26º.A região tem força no turismo esportivo, de aventura e ecológico. As grandes pedras e morros existentes na região, as trilhas e quedas d'água confirmam este pedaço tranqüilo da Paraíba.Possui uma vegetação predominante de floresta tropical, onde a mesma em parte é substituída pela implantação das culturas da cana-de-açúcar, feijão, milho, banana e mandioca.
Brejo: Os municípios que compõe o Pólo são Areia, Alagoa Grande, Araruna e Bananeiras.A Região do Brejo tem, na sua maioria, uma altitude em torno de 500m, favorecendo a existência de um microclima com chuvas abundantes. A pluviosidade média da região é de 1.800mm3, distribuída ao longo de seis meses do ano, com temperatura ambiental, variando entre 18º a 26º.A região tem força no turismo esportivo, de aventura e ecológico. As grandes pedras e morros existentes na região, as trilhas e quedas d'água confirmam este pedaço tranqüilo da Paraíba.Possui uma vegetação predominante de floresta tropical, onde a mesma em parte é substituída pela implantação das culturas da cana-de-açúcar, feijão, milho, banana e mandioca.
Areia: Cidade onde se realiza anualmente o Festival da Cachaça e Rapadura, devido ao grande número de engenhos no município. Apresenta grande força nas construções históricas, tombadas pelo Patrimônio Histórico da Paraíba. É o principal município da região, distante 118km de João Pessoa e 35km de Campina Grande, com clima ameno e saudável, com temperaturas entre 15º C e 29º C. Possui vários prédios de valor histórico-cultural, tombados pelo Patrimônio Histórico da Paraíba, representado entre outros pela Igreja dos Rosários dos Pretos (século XVII, construída pelos escravos), Teatro Particular (1859), construído pelas famílias de maior poder aquisitivo da época, Igreja da Matriz, Casarão José Rufino, Biblioteca José Américo de Almeida, Museus Regional da Rapadura e do Brejo e Casa Pedro Américo. O município apresenta um relevo extremamente acidentado, repleto de vales, encostas abruptas e morros escarpados. Nessas encostas e vales, ocorrem inúmeros caudais, vários açudes e cachoeiras de pequeno porte. As encostas ao sopé da cidade, são ricas em fontes de águas cristalinas. A altitude elevada acarreta temperatura amena e a condensação de vapores de água, ensejando a formação de vegetação mais alta e de crescimento mais rápido, alcançando em alguns pontos o caráter de matas, permanecendo verde a folhagem das plantas, durante todo ano. O inverno começa em março terminando em setembro.
Araruna: O município tem forte vocação para o turismo esportivo, de aventura e ecológico, devido as grandes pedras existentes na região. O salto de Asa Delta é bastante praticado e atrai turistas do gênero de outros estados, que ali vão encantados com a beleza natural e as correntes de ar favoráveis à prática desse esporte. A mais famosa pedra ali existente é a da "Boca", cuja subida é um excelente programa para jovens alpinistas.

Alagoa Grande: Ecoturismo e história marcam Alagoa Grande. Diversos locais para a prática de esportes naturais e prédios históricos espalhados pela cidade. Como atrações turísticas, tem-se na parte histórica/cultural, alguns prédios, tais como: Teatro Santa Ignês, Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, Casarões da rua D. Pedro II e o calçamento da Praça Matriz. O Cruzeiro é outro ponto de destaque do município. Está no ponto mais alto da cidade, local de culto religioso, onde se tem visão panorâmica da mesma. Para os adeptos do ecoturismo, encontram nas cachoeiras do Quinze, Serra Grande (manancial que abastece a cidade) e Belo Monte (localizada em Canafístula) excelentes banhos de águas cristalinas, assim como locais para a prática de trilhas. Na Serra do Baldo, a 8 km do centro da cidade, existe um povoado descendente de escravos, resquício de um quilombo, onde seus moradores mantêm a tradição de só casarem entre si.
Bananeiras: Em Bananeiras, há o Cruzeiro ou Outeiro de Roma, localizado na Serra de Cupaóba. No topo da elevação está a capela curada da Sagrada Família, conjugada com a residência de um padre. O local é ponto de romarias, além de servir como pequeno mirante para se ter uma visão de todas direções. Como ponto turístico principal, tem-se ainda o túnel Great Western (1927), sob a Serra da Viração, com 100 m de extensão.Os municípios que compõe o Pólo são Areia, Alagoa Grande, Araruna e Bananeiras.A Região do Brejo tem, na sua maioria, uma altitude em torno de 500m, favorecendo a existência de um microclima com chuvas abundantes. A pluviosidade média da região é de 1.800mm3, distribuída ao longo de seis meses do ano, com temperatura ambiental, variando entre 18º a 26º.A região tem força no turismo esportivo, de aventura e ecológico. As grandes pedras e morros existentes na região, as trilhas e quedas d'água confirmam este pedaço tranqüilo da Paraíba.Possui uma vegetação predominante de floresta tropical, onde a mesma em parte é substituída pela implantação das culturas da cana-de-açúcar, feijão, milho, banana e mandioca.
Campina Grande: A Serra da Borborema é o grande cartão postal do Pólo que é composto por Campina Grande, Ingá e Cabaceiras.
Tendo como destaque os mega eventos em Campina Grande, como a Micarande e o O Maior São João do Mundo, a região conta com as paisagens bucólicas de Cabaceiras e com inscrições enigmáticas de Ingá, com as famosas itacoatiaras. Campina Grande é uma cidade serrana, localizada no Planalto da Borborema, a 120 km da capital do estado, João Pessoa. É uma das maiores cidades do interior brasileiro e uma das mais desenvolvidas do Nordeste. O seu potencial econômico se centraliza na indústria e no comércio, cujas atividades se encontram em contínua expansão. O que impulsiona o desenvolvimento econômico da região é o espírito trabalhador da sua gente. Um povo que também ama a diversão, através de mega-eventos que resgatam a cultura regional e aumenta o fluxo turístico da região, destacando-se a Micarande e o Maior São João do Mundo.
Ingá: Os turistas que gostam de unir viagens a novos conhecimentos, não podem deixar de visitar Ingá. Localizado na região do Piemonte da Borborema, a 96 km de João Pessoa e 26 km de Campina Grande, o município tem um dos mais importantes sítios arqueológicos do País, com inscrições e símbolos feitos, provavelmente, na idade da Pedra Lascada ou Polida. O sítio com mais de 5 mil anos, é conhecido como Itacoatiaras e tem despertado o constante interesse de estudantes e cientistas. O conjunto de Itacoatiaras do Ingá está cercado de mistérios porque, até os dias atuais, os estudiosos do assunto não conseguiram desvendar seus mistérios. As opiniões são divergentes, uns acham que foi a população nativa, outros que os símbolos são registros da passagem de extraterrestres pelo local. Recentemente, historiadores descobriram uma grande semelhança, entre as Itacoatiaras do Ingá e os desenhos da Ilha de Páscoa (Ilha do Pacífico). O sítio arqueológico do Ingá torna-se um ponto atrativo para o turismo, porque além da facilidade de acesso pela BR-230, ainda conta com uma refrescante nascente, de um riacho que forma uma pequena cascata. No local existe um restaurante que oferece as comidas típicas da região. O clima do município é quente e seco, com temperaturas máximas de 34º e mínimas de 22º. O inverno começa em abril e termina em julho.
Campina Grande: A Serra da Borborema é o grande cartão postal do Pólo que é composto por Campina Grande, Ingá e Cabaceiras.
Tendo como destaque os mega eventos em Campina Grande, como a Micarande e o O Maior São João do Mundo, a região conta com as paisagens bucólicas de Cabaceiras e com inscrições enigmáticas de Ingá, com as famosas itacoatiaras. Campina Grande é uma cidade serrana, localizada no Planalto da Borborema, a 120 km da capital do estado, João Pessoa. É uma das maiores cidades do interior brasileiro e uma das mais desenvolvidas do Nordeste. O seu potencial econômico se centraliza na indústria e no comércio, cujas atividades se encontram em contínua expansão. O que impulsiona o desenvolvimento econômico da região é o espírito trabalhador da sua gente. Um povo que também ama a diversão, através de mega-eventos que resgatam a cultura regional e aumenta o fluxo turístico da região, destacando-se a Micarande e o Maior São João do Mundo.
Ingá: Os turistas que gostam de unir viagens a novos conhecimentos, não podem deixar de visitar Ingá. Localizado na região do Piemonte da Borborema, a 96 km de João Pessoa e 26 km de Campina Grande, o município tem um dos mais importantes sítios arqueológicos do País, com inscrições e símbolos feitos, provavelmente, na idade da Pedra Lascada ou Polida. O sítio com mais de 5 mil anos, é conhecido como Itacoatiaras e tem despertado o constante interesse de estudantes e cientistas. O conjunto de Itacoatiaras do Ingá está cercado de mistérios porque, até os dias atuais, os estudiosos do assunto não conseguiram desvendar seus mistérios. As opiniões são divergentes, uns acham que foi a população nativa, outros que os símbolos são registros da passagem de extraterrestres pelo local. Recentemente, historiadores descobriram uma grande semelhança, entre as Itacoatiaras do Ingá e os desenhos da Ilha de Páscoa (Ilha do Pacífico). O sítio arqueológico do Ingá torna-se um ponto atrativo para o turismo, porque além da facilidade de acesso pela BR-230, ainda conta com uma refrescante nascente, de um riacho que forma uma pequena cascata. No local existe um restaurante que oferece as comidas típicas da região. O clima do município é quente e seco, com temperaturas máximas de 34º e mínimas de 22º. O inverno começa em abril e termina em julho.
Cabaceiras: O município é detentor de uma das paisagens mais bonitas e interessantes da região, composta de morros de granito decorados com pequenos lagos e imensos blocos rochosos, que se sobrepõem formando cavernas. Ali também encontram-se vestígios de animais gigantes e gravuras rupestres. Outra atração que fascina os que visitam a localidade é o Lajedo do Pai Mateus, formação geológica, onde pode ser vista uma exótica vegetação.
SERTAO: O turismo religioso, cultural e científico são marcas presentes do Sertão paraibano. Os achados paleontológicos de mais de 130 milhões de anos da cidade de Sousa, no Vale dos Dinossauros, fazem da região escala ideal para estudos da Pré-história. É um cenário único, de povo gentil e cheio de fé, trazendo expressões de sua cultura marcadas através das geração.
SERTAO: O turismo religioso, cultural e científico são marcas presentes do Sertão paraibano. Os achados paleontológicos de mais de 130 milhões de anos da cidade de Sousa, no Vale dos Dinossauros, fazem da região escala ideal para estudos da Pré-história. É um cenário único, de povo gentil e cheio de fé, trazendo expressões de sua cultura marcadas através das geração.
Patos: A 300 km de João Pessoa, Patos se destaca pelo Turismo religioso que tem no santuário Cruz da Menina o seu ponto mais visitado. Patos fica a 300 Km da capital do Estado, situada na micro-região Depressão do Alto Piranhas. O Santuário Cruz da Menina é um lugar muito visitado, principalmente por pessoas que buscam pagar alguma promessa. Conta a história que uma menina na idade juvenil morrera naquele local e que atende aos pedidos de fé a ela dirigidos. Trata-se de um lugar com uma estrutura física bastante interessante para visitação, pois encerra uma arquitetura diferente, com apoio aos turistas, compreendendo lanchonete, lojas de artigos religiosos e artesanato. Apesar de não ser um atrativo voltado para o turismo rural, por sua finalidade ser basicamente religiosa, torna-se, entretanto, um local onde as pessoas ao se deslocarem para o interior do Estado, tem no monumento uma visão e um ambiente diferente daqueles normalmente observados na região. O clima é quente e seco, com máximas de 37 graus e mínimas de 26. O inverno começa em março e termina em junho.
Sousa: Sousa tem um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo.
Na bacia do Rio do Peixe, existe o Vale dos Dinossauros, a maior incidência de pegadas de dinossauros a nível mundial. Encravada em meio à vegetação árida do Sertão, Sousa está situada na Depressão do Alto Piranhas e a sua distância à capital do Estado é 420 km. A cidade abriga o "Vale dos Dinossauros", região que mantém exposta para estudiosos e visitação, as pegadas de animais pré-históricos de 130 milhões de anos, que deixaram marcada na terra uma trilha de 46 metros em linha reta, com mais de ½ metro de comprimento. As passagens desses animais no sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo com isso muitos turistas e curiosos no assunto. Está sendo implantado o Projeto Vale dos Dinossauros, composto da construção do Centro de Visitação na prefeitura e no local das pegadas, além de obras de proteção e conservação do meio ambiente. O clima do município é temperado, com máximas de 32 graus e mínimas de 26. O inverno começa em janeiro e termina em julho.
Na bacia do Rio do Peixe, existe o Vale dos Dinossauros, a maior incidência de pegadas de dinossauros a nível mundial. Encravada em meio à vegetação árida do Sertão, Sousa está situada na Depressão do Alto Piranhas e a sua distância à capital do Estado é 420 km. A cidade abriga o "Vale dos Dinossauros", região que mantém exposta para estudiosos e visitação, as pegadas de animais pré-históricos de 130 milhões de anos, que deixaram marcada na terra uma trilha de 46 metros em linha reta, com mais de ½ metro de comprimento. As passagens desses animais no sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo com isso muitos turistas e curiosos no assunto. Está sendo implantado o Projeto Vale dos Dinossauros, composto da construção do Centro de Visitação na prefeitura e no local das pegadas, além de obras de proteção e conservação do meio ambiente. O clima do município é temperado, com máximas de 32 graus e mínimas de 26. O inverno começa em janeiro e termina em julho.

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