sábado, 17 de maio de 2008

Amapá


















Igreja de São José de Macapá - Construída em 1761, no período em que chegou grande número de portugueses ao local.

Fortaleza de São José
O Forte de São José de Macapá, construído entre 1764 e 1784, numa língua de terra que avança pelo rio Amazonas, é outra atração da cidade, que atualmente encontra-se em sua zona central.A Fortaleza de São José foi construída a partir de uma grande muralha de pedra. Os portugueses tomaram a decisão de construir este complexo militar para garantir o domínio sobre o extremo norte do Brasil constantemente ameaçado pelos invasores estrangeiros.
No interior da fortaleza tudo se organiza em torno da praça principal. Ao redor dela estão dispostas a capela, a cadeia e as casas de soldados e oficiais e nos extremos, as torres de vigia.



A obra começou em 1764 e só ficou pronta em 1782, dezoito anos mais tarde. Índios e, principalmente, negros foram utilizados como mão-de-obra escrava. Parte dessa história está presente na Vila de Curiaú onde vivem apenas os descendentes desses negros que conservam a cultura e a tradição de seus ancestrais.A Fortaleza é a maior fortificação construída pelos portugueses no Brasil e por causa dessa importância história e da sua arquitetura foi elevada a categoria de patrimônio nacional em 1950.

A linha do Equador (Marco Zero)
Conhecida como "Marco Zero", ou seja, com sua latitude de 0º, encontra-se a 5 km do centro da cidade de Macapá e pode ser alcançada pela Rodovia Juscelino Kubitscheck.Foi construído um monumento, o Marco Zero, com relógio de sol e terraço para observações.

Vila de Curiaú - Quem visita a Vila de Curiaú, que fica a 12 km de Macapá , tem a sensação que o tempo não passou. A vila é habitada apenas por negros descendentes dos escravos que participaram da construção da Fortaleza de São José e seus atuais habitantes preservam, com cuidado, toda a cultura que herdaram. O Marabaixo é uma das manifestações culturais mais autênticas.A festa em homenagem ao Divino Espírito Santo, é marcada pela música e dança tipicamente africanas.
Fauna e Flora exuberantes

Zôo Botânico - Abriga espécies da variada fauna e flora da região.

Museu Waldemiro de Oliveira Gomes - Cataloga plantas medicinais.

Museu Ângelo Costa Lima - É um centro de estudos e pesquisas da zoologia, botânica e geologia amazônicas.

Vilarejo de Mazagão Velho - Fundado no século XVII, mas tendo preservado seu estilo, costumes tradicionais e algumas construções do período colonial.

Porto de Santana - A partir do Porto de Santana, 28 km ao sul de Macapá, existe uma variedade de passeios de barco que podem ser feitos pelas ilhas do rio Amazonas, incluindo a ilha de Marajó, os igarapés, os estreitos canais entre as ilhas e, na direção do Oiapoque, ao norte, pode ser visitada a área de fronteira com a Guiana Francesa.


OIAPOQUE
Parque Nacional do Cabo Orange
Com área de 619.000 hectares, na região da baía do Oiapoque, extremo norte do Estado do Amapá, o parque foi criado em 1980 e se estende ao longo da costa, passando pelos municípios de Oiapoque e Calçoene. O acesso ao parque se dá através da rodovia BR-156, que liga Macapá a Oiapoque e Clevelândia do Norte, na fronteira com a Guiana Francesa. Pode também ser alcançado por barco, a partir de Macapá ou Porto Santana.

Rio Oiapoque
O Rio Oiapoque faz fronteira com a Guiana Francesa.Nele são encontradas cachoeiras e corredeiras. Têm grande variedade de peixes, onde se destaca em particular o Tucunaré, peixe símbolo da pesca esportiva.

AMAPÁ
Lago Piratuba
Reserva natural com área de 385.000 hectares, localiza-se no município de Amapá, costa leste do Estado, e é banhada pelo rio Araguari, que nesta altura deságua no oceano Atlântico.

Pororoca



A pororoca pode ser um espetáculo aterrador ou fantástico dependendo de onde você estiver. Em segurança, pode-se presenciar a única ocasião em que o oceano Atlântico vence a resistência do rio.A palavra Pororoca é de origem indígena e expressa o barulho produzido pelo fenômeno do encontro das águas do rio Amazonas com o oceano Atlântico, com um volume de 240.000 m3 por segundo,. O choque é particularmente violento no período das marés de primavera. Na primeira fase do encontro, as águas do Amazonas penetram por vários quilômetros dentro do oceano. Em seguida, a maré empurra o rio de volta na direção de seu curso e este se expande pela terra ao redor, inundando toda a região, inclusive praias e as ilhas mais rasas. Dessa forma, o rio é então impedido de despejar suas águas no oceano, ao mesmo tempo em que faz pressão para impedir a força do mar contra seu percursos.
A certa altura essa disputa se encerra e a força da maré penetra no estuário do rio Amazonas. As ondas crescem a uma altura de 4 metros, com ruídos que podem ser ouvidos a vários quilômetros de distância. Esse espetáculo natural pode ser observado em vários pontos do estuário do Amazonas, mas sua performance mais impressionante ocorre no maior braço do rio, situado no litoral do Amapá. Existem barcos que levam os turistas ao delta do rio Araguari, que também fica alagado, em viagem que dura 15 horas a partir de Macapá.
Os índios do baixo Amazonas tem uma boa palavra para definir a pororoca: poroc-poroc significa destruidor.

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